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Os 7 livros que mais caem no Enem

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Os 7 livros que mais caem no Enem

Redação
Por Redação em Apr 21, 2022 6:00:00 PM | 14 min de leitura

Por mais que o Enem não tenha uma lista de leituras obrigatórias — como os vestibulares —, existem livros que são cobrados com frequência no exame. 

Essas obras aparecem principalmente nas questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, mas também podem cair na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias. 

Mas como saber quais livros podem ser cobrados no exame, já que eles não constam no edital? Calma, o EAD UMC te ajuda!

Fizemos um levantamento e elencamos as 7 leituras essenciais para você se preparar para o Enem. Confira:

Os 7 livros que mais aparecem nas questões do Enem 

Como os livros são cobrados na prova do Enem? 
Conclusão 

Baixe agora mesmo 100 questões do ENEM e comece a estudar!

Os 7 livros que mais aparecem nas questões do Enem 

A seguir, apresentamos uma lista com 7 livros literários mais cobrados nas questões do Enem. Confira:

“Dom Casmurro”, de Machado de Assis 

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Dom Casmurro” é um romance escrito por Machado de Assis e publicado em 1899.

Ele é narrado em primeira pessoa pelo seu personagem principal: Bento de Albuquerque Santiago (Bentinho), um advogado solitário que rememora os principais fatos de sua vida. 

O foco principal de sua narrativa é o possível triângulo amoroso entre Bentinho, Capitu e Escobar.

A dúvida acerca da traição de Capitu é um dos dilemas literários mais famosos e propõe questionamentos acerca do amor, da família, da amizade e do lugar da mulher na sociedade brasileira.

Confira abaixo um exemplo de questão sobre a obra:

(Enem 2010) Capitu

De um lado vem você com seu jeitinho

Hábil, hábil, hábil

E pronto!

Me conquista com seu dom

 

De outro esse seu site petulante

WWW

Ponto

Poderosa ponto com

 

É esse o seu modo de ser ambíguo

Sábio, sábio

E todo encanto

Canto, canto

Raposa e sereia da terra e do mar

Na tela e no ar

 

Você é virtualmente amada amante

Você real é ainda mais tocante

Não há quem não se encante

 

Um método de agir que é tão astuto

Com jeitinho alcança tudo, tudo, tudo

É só se entregar, é não resistir, é capitular

 

Capitu

A ressaca dos mares

A sereia do sul

Captando os olhares

Nosso totem tabu

A mulher em milhares

Capitu

 

No site o seu poder provoca o ócio, o ócio

Um passo para o vício, o vício

É só navegar, é só te seguir, e então naufragar

 

Capitu

Feminino com arte

A traição atraente

Um capítulo à parte

Quase vírus ardente

Imperando no site

Capitu

Fonte: Tatit, Luiz. Capitu. In: – O Meio. São Paulo: Dabliú, 2000

A canção de Luiz Tatit resgata a personagem Capitu, de Machado de Assis, trazendo-a para a era digital. Ainda que em um contexto bem distante do encontrado no romance Dom Casmurro, a personagem mantém alguns traços característicos bem marcantes. Dentre os trechos seguintes, retirados da obra de Machado de Assis, aquele que apresenta características da Capitu original, também identificáveis na versão de Tatit, é:

a) Capitu não parecia crer nem descrer, não parecia sequer ouvir; era uma figura de pau. Quis chamá-la, sacudi-la, mas faltou-me ânimo.
b) Calou-se outra vez. Quando tornou a falar, tinha mudado; não era ainda a Capitu do costume, mas quase. Estava séria, sem aflição, falava baixo.
c) A resposta de Capitu foi um riso doce de escárnio, um desses risos que não se descrevem, e apenas se pintarão; depois estirou os braços e atirou-mos sobre os ombros, tão cheios de graça que pareciam (velha imagem!) um colar de flores.
d) Era quadragenária, magra e pálida, boca fina e olhos curiosos. Vivia conosco por favor de minha mãe, e também por interesse; minha mãe queria ter uma senhora íntima ao pé de si, e antes parenta que estranha.
e) Era só executá-la; mas ainda que eu conhecesse o texto, as atitudes de Capitu eram agora tão retraídas, que não sei se não continuaria parado.

Gabarito: A

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis 

Memórias Póstumas de Brás Cubas” é um romance também escrito por Machado de Assis. 

Ele foi desenvolvido, em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, na Revista Brasileira. 

O livro é narrado em primeira pessoa por Brás Cubas, o personagem principal. Ele é um "defunto-autor", isto é, um homem que já morreu e escreve sua autobiografia.

Na obra, Brás Cubas narra sua vida de privilégios, relatando diversos momentos da sua infância, adolescência e fase adulta. 

Ao longo do seu relato, é possível identificar diversos traços da sociedade da época, como a escravidão, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo. 

A publicação desse romance é considerada o marco inicial do Realismo no Brasil,  e seu autor, por consequência, é reconhecido como o pai de tal movimento em terras brasileiras.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2013) Capítulo LIV - A pêndula

Saí dali a saborear o beijo. Não pude dormir; estirei-me na cama, é certo, mas foi o mesmo que nada. Ouvi as horas todas da noite. Usualmente, quando eu perdia o sono, o bater da pêndula fazia-me muito mal; esse tic-tac soturno, vagaroso e seco, parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida. Imaginava então um velho diabo, sentado entre dous sacos, o da vida e o da morte, a tirar as moedas da vida para dá-las à morte, e a contá-las assim:

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

O mais singular é que, se o relógio parava, eu dava-lhe corda, para que ele não deixasse de bater nunca, e eu pudesse contar todos os meus instantes perdidos. Invenções há, que se transformam ou acabam; as mesmas instituições morrem; o relógio é definitivo e perpétuo. O derradeiro homem, ao despedir-se do sol frio e gasto, há-de ter um relógio na algibeira, para saber a hora exacta em que morre. Naquela noite não padeci essa triste sensação de enfado, mas outra, e deleitosa. As fantasias tumultuavam-me cá dentro, vinham umas sobre outras, à semelhança de devotas que se abalroam para ver o anjo-cantor das procissões. Não ouvia os instantes perdidos, mas os minutos ganhados.

ASSIS, M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992 (fragmento).

O capítulo apresenta o instante em que Brás Cubas revive a sensação do beijo trocado com Virgília, casada com Lobo Neves. Nesse contexto, a metáfora do relógio desconstrói certos paradigmas românticos, porque

a) o narrador e Virgília não têm percepção do tempo em seus encontros adúlteros.
b) como “defunto autor”, Brás Cubas reconhece a inutilidade de tentar acompanhar o fluxo do tempo.
c) na contagem das horas, o narrador metaforiza o desejo de triunfar e acumular riquezas.
d) o relógio representa a materialização do tempo e redireciona o comportamento idealista de Brás Cubas.
e) o narrador compara a duração do sabor do beijo à perpetuidade do relógio.

Gabarito: D

“O Cortiço”, de Aluísio Azevedo 

O Cortiço” é um romance do escritor brasileiro Aluísio de Azevedo. A obra foi publicada em 1890 e faz parte do movimento naturalista do Brasil.

A narrativa retrata a vida das pessoas simples em um cortiço do Rio de Janeiro. Com um teor crítico, trata-se de uma exímia representação da realidade brasileira do século XIX.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2011)  Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, o cavaquinho de Porfiro, acompanhado pelo violão do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado baiano. Nada mais que os primeiros acordes da música crioula para que o sangue de toda aquela gente despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outra notas, e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já não eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem serpenteando, como cobras numa floresta incendiada; eram ais convulsos, chorados em frenesi de amor: música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de fera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo.

AZEVEDO, A. O Cortiço . São Paulo: Ática, 1983 (fragmento).

No romance O Cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, as personagens são observadas como elementos coletivos caracterizados por condicionantes de origem social, sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto entre brasileiros e portugueses revela prevalência do elemento brasileiro, pois

a) destaca o nome de personagens brasileiras e omite o de personagens portuguesas.
b) exalta a força do cenário natural brasileiro e considera o do português inexpressivo.
c) mostra o poder envolvente da música brasileira, que cala o fado português.
d) destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à tristeza dos portugueses.
e) atribui aos brasileiros uma habilidade maior com instrumentos musicais.

Gabarito: C

“Vidas Secas”, de Graciliano Ramos

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"Vidas Secas" é uma das obras mais emblemáticas da literatura brasileira. O livro foi publicado em 1938 e retrata a vida no sertão nordestino brasileiro. 

A obra retrata a viagem de uma família de retirantes fugindo da miséria e da seca e em busca de uma vida melhor.

Confira um exemplo de questão:

(Enem) No romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos, o vaqueiro Fabiano encontra-se com o patrão para receber o salário. Eis parte da cena:

    Não se conformou: devia haver engano. (...)

Com certeza havia um erro no papel do branco. Não

se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos.

Passar a vida inteira assim no toco, entregando o

[5] que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo?

Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de

alforria?  

    O patrão zangou-se, repeliu a insolência,

achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço

[10] noutra fazenda.  

    Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou.

Bem, bem. Não era preciso barulho não. 

Graciliano Ramos. Vidas Secas. 91.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2003

No fragmento transcrito, o padrão formal da linguagem convive com marcas de regionalismo e de coloquialismo no vocabulário. Pertence à variedade do padrão formal da linguagem o seguinte trecho:

a) “Não se conformou: devia haver engano” (ℓ.1).
b)“e Fabiano perdeu os estribos” (ℓ.3).
c) “Passar a vida inteira assim no toco” (ℓ.4).
d) “entregando o que era dele de mão beijada!” (ℓ.4-5).
e) “Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou” (ℓ.11).

Gabarito: A

“A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector 

A Hora da Estrela” é o último romance de Clarice Lispector, publicado em 1977. Trata-se de uma obra instigante e original, de cunho autobiográfico.

A história é narrada por Rodrigo S.M. (narrador-personagem), um escritor à espera da morte. Ele é uma das peças-chave do livro. Ao longo da obra ele reflete sobre os seus sentimentos e os de Macabéa, a protagonista da obra.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2013)

Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.

[...]

Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré- história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. [...] Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.

Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não inicio pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes.

LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro:  Rocco, 1998 (fragmento).

A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de Clarice Lispector, culminada com a obra A hora da estrela, de 1977, ano da morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o narrador

a) observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo indiferente aos fatos e às personagens.

b) relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que levaram aos eventos que a compõem.

c) revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a construção do discurso.

d) admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade para escolher as palavras exatas.

e) propõe-se a discutir questões de natureza filosófica e metafísica, incomuns na narrativa de ficção.

Gabarito: C

“Macunaíma”, de Mário de Andrade 

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“Macunaíma” é um livro modernista de 1928. Ele conta a história de Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. 

Índio nascido na Floresta Amazônica, Macunaíma viaja para São Paulo depois de perder a muiraquitã, amuleto dado por sua companheira, Ci, a Mãe do Mato. 

O livro narra essa aventura do personagem, entrelaçando vários elementos da cultura nacional para formar a narrativa. 

(Enem 2015) Vei, a Sol

Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.

Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.

Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.

— Vá tomar banho! — ela fez. E foi-se embora.

Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus.

ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.

O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol", do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar

a) resquícios do discurso naturalista usado pelos escritores do século XIX.
b) ausência de linearidade no tratamento do tempo, recurso comum ao texto narrativo da primeira fase modernista.
c) referência à fauna como meio de denunciar o primitivismo e o atraso de algumas regiões do país.
d) descrição preconceituosa dos tipos populares brasileiros, representados por Macunaíma e Caiuanogue. Excluir alternativa
e) uso da linguagem coloquial e de temáticas do lendário brasileiro como meio de valorização da cultura popular nacional.

Gabarito: E

“Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa

O Grande Sertão: Veredas”, publicado em 1956, é uma das obras mais importantes da literatura brasileira.

Por meio de uma linguagem coloquial, regionalismo e original, Guimarães Rosa retrata um romance que acontece em Goiás, nos Sertões de Minas Gerais e na Bahia. 

A obra apresenta as aventuras e peripécias do ex-jagunço Riobaldo e de seu grande amor: Diadorim.

Confira um exemplo de questão:

(Enem - 2011)

“Quem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho e habilidoso. Pergunto: — Zé-Zim, por que é que você não cria galinhas-d‘angola, como todo o mundo faz? — Quero criar nada não... — me deu resposta: — Eu gosto muito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. [...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu era menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram junto, minha mãe e eu. Ficamos existindo em território baixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai no São Francisco, o senhor sabe.”

ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).

Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situação decorrente de uma desigualdade social típica das áreas rurais brasileiras marcadas pela concentração de terras e pela relação de dependência entre agregados e fazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque o personagem-narrador

a) relata a seu interlocutor a história de Zé-Zim, demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus agregados, uma vez que superou essa condição graças à sua força de trabalho.

b) descreve o processo de transformação de um meeiro — espécie de agregado — em proprietário de terra.

c) denuncia a falta de compromisso e a desocupação dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho da terra.

d) mostra como a condição material da vida do sertanejo é dificultada pela sua dupla condição de homem livre e, ao mesmo tempo, dependente.

e) mantém o distanciamento narrativo condizente com sua posição social, de proprietário de terras.

Gabarito: D

Como os livros são cobrados na prova do Enem? 

Como podemos ver nos exemplos de questões que trouxemos acima, a principal característica das questões que envolvem obras literárias é a interpretação de texto

Afinal, a maioria das questões traz enunciados extensos, fazendo perguntas relacionadas ao fragmento que acompanha a pergunta.  Por isso, é essencial ler essas questões com muita calma e atenção. 

Além disso, compreender aspectos centrais das obras que mencionamos também é muito importante. Você não precisa saber o nome de todos os personagens ou cada linha da história: foque em compreender as principais ideias de cada capítulo e ter um visão geral do que a obra trata. 

Outra dica é ampliar sua percepção dessas leitura. Entenda o contexto histórico em que estão inseridas, em qual movimento literário e por que seguem sendo tão importantes para a literatura nacional. 

Com isso, você certamente garantirá um bom desempenho nas questões que envolvem esses grandes livros brasileiros. 

Descubra os segredos para tirar nota 1000 na redação do ENEM!

Conclusão 

Neste artigo, apresentamos os 7 livros que mais caem no Enem. Se você gostou dessa leitura, não deixe de conferir outros textos do EAD UMC:

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