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Mercado de Trabalho

Pensamento computacional: a habilidade para o futuro do trabalho

Desenvolvedor de aplicativos: o que faz, salário e perfil

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O que faz um desenvolvedor de aplicativos 

Um desenvolvedor de aplicativos realiza a concepção, o planejamento, o desenvolvimento e a implementação de soluções para dispositivos mobile. Para isso, ele utiliza e trabalha com conceitos-chave da tecnologia da informação.

Pensando nisso, podemos apontar que as principais funções e responsabilidades de um desenvolvedor de aplicativos são:

  • avaliação e análise da viabilidade e ferramentas necessárias para os projetos de aplicativos a serem desenvolvidos;
  • identificação das necessidades do cliente para compreender os requisitos técnicos essenciais ao projeto;
  • projeto e desenvolvimento de aplicativos utilizando soluções como Android Studio, Swift, Flutter, Ionic, entre outros; 
  • execução de testes para garantir a usabilidade e bom funcionamento do aplicativo; 
  • manutenção, atualização e implementação de novas funcionalidades nos apps desenvolvidos;
  • colaboração com UX designers, IU designers e outros programadores.

Quanto ganha um desenvolvedor de aplicativos 

Os desenvolvedores de aplicativos encontram um mercado de trabalho extremamente aquecido e repleto de oportunidades. Afinal, existe uma escassez de mão de obra qualificada para atuar na área da tecnologia da informação

Sendo assim, esses profissionais podem esperar salários atrativos, além de grandes chances de crescimento profissional. 

De acordo com o site Vagas, no cargo de desenvolvedor mobile se inicia ganhando R$ 2.113 de salário e se pode vir a ganhar até R$ 5.131. A média salarial do cargo é de R$ 3.474.

O portal Glassdoor também aponta para um remuneração semelhante. O salário médio de um desenvolvedor de aplicativos é de R$4.823 no Brasil.

As linguagens de programação que todo dev de apps precisa conhecer 

Um desenvolvedor de aplicativos trabalha com diversas linguagens de programação em seu dia a dia. Abaixo, apresentamos as principais delas:

OBJ-C

Também conhecida como Objective-C, é uma linguagem de programação para aplicativos iOS. Por meio dela, é possível fazer qualquer tipo de funcionalidade que se espera para um aparelho iOS, ainda que sua linguagem seja um pouco complexa.

Java

Java é uma das linguagens de programação mais conhecidas da atualidade. Com ela, é possível fazer várias aplicações para Android, bem como para sistemas e sites da internet.

Swift

O Swift é uma linguagem de programação exclusiva para sistemas iOS. Nela, há como realizar projetos em conjunto, além da possibilidade de realizar algumas criações com mais de uma linguagem ao mesmo tempo. Sua utilização é bem mais simples e fácil do que a da antecessora — a OBJ-C.

Kotlin

Ainda que seja uma linguagem recentemente adicionada ao mundo dev, a Kotlin tem sido bastante utilizada para desenvolvimento de apps. 

C#

Por fim, ainda há a linguagem C#. Ela foi criada com o principal objetivo de orientar objetos desenvolvidos diretamente pela Microsoft. 

O perfil do desenvolvedor de aplicativos 

Se você chegou até aqui e está interessado na carreira de desenvolvedor de aplicativos, pode estar se perguntando: será que eu tenho perfil para seguir nessa área?

Quem deseja começar uma carreira de desenvolvedor de apps do zero deve ter ciência de que será preciso muito estudo e dedicação para adquirir os conhecimentos e habilidades necessárias.

Mas, além dessas competências mais técnicas, existem diversas características pessoais que são essenciais para trilhar uma carreira nessa área. 

Afinal, trata-se de um mercado muito volátil em que os avanços tecnológicos surgem a cada dia.

Por isso, o desenvolvedor mobile deve ter um perfil específico para aumentar suas chances de sucesso na carreira. Entre as características mais buscadas, destacamos:

  •  Conhecimento das linguagens de programação e tecnologias utilizadas, além de noções de experiência do usuário;
  • Gosto pelo estudo contínuo, para continuar se atualizando em relação às novas práticas e tecnologias do desenvolvimento de apps;
  • Empatia para pensar na experiência do usuário e fazer os ajustes necessários a partir dos feedbacks repassados;
  • Raciocínio lógico para utilizar todas as linguagens necessárias e fazer bom uso da lógica de programação;
  • Capacidade analítica para criar o app ou fazer as atualizações necessárias;
  • Organização para cumprir o prazo e as etapas definidas;
  • Capacidade de trabalhar em equipe, delegando tarefas, repassando feedbacks e trocando ideias para garantir o melhor resultado.

O que é preciso para ser um desenvolvedor de aplicativos 

Para se tornar um desenvolvedor de aplicativos, é necessário dominar uma série de habilidades do universo da tecnologia da informação. As principais são:

  • Conhecimento em linguagens de programação, como Java, Swift, Objective-C, Kotlin, entre outras; 
  • Domínio de HTML, CSS e JavaScript;
  • Bons conhecimentos de comunicações cliente-servidor com serviços (HTTP, AJAX, REST, JSON, WebServices)
  • Familiaridade com bases de dados, como Firebird, SQLite Store Procedures, Queries;
  • Experiência na criação de interfaces;
  • Conhecimento de Android nativo, Android SDK e/ou iOS nativo;
  • Experiência com repositório de código e controle de versão de software (Git);
  • Experiência em depuração (aplicativo e rede), otimização e segurança;
  • Conhecimento de arquitetura de software e criação de código limpo.

Ao observar as competências acima, você deve ter percebido que essa profissão exige habilidades bem específicas, certo? E sabe qual a melhor forma de adquirir todos esses conhecimentos? Por meio de uma graduação na área da tecnologia!

Os cursos mais indicados para quem quer seguir carreira de desenvolvedor de aplicativos são: 

Essas formações fornecem os conhecimentos essenciais para ingressar na área de desenvolvimento mobile. 

Aqui no EAD UMC, temos esses três cursos no formato a distância, com aulas online e flexibilidade para organizar sua rotina de estudos. 

Conheça mais sobre essas três graduações e nossas opções de bolsas de estudos. Comece hoje a trilhar uma carreira de sucesso na área de tecnologia com o EAD UMC!

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5 min de leitura

7 áreas de TI em alta em 2023

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1. Chief Technology Officer (CTO)  

O chief technology officer (CTO) é um dos cargos mais importantes em uma empresa de tecnologia. Ele é responsável por liderar a estratégia tecnológica da organização e garantir que as operações e projetos estejam alinhados com os objetivos de negócio. 

As atividades de um CTO variam de acordo com a empresa, mas geralmente envolvem:

  • supervisionar a equipe de tecnologia e inovação;
  • liderar o desenvolvimento de produtos e serviços;
  • identificar novas tecnologias e tendências que possam ser incorporadas aos produtos e serviços da empresa;
  • gerenciar a infraestrutura tecnológica;
  • garantir a segurança e proteção de dados e informações da empresa;
  • manter-se atualizado sobre as últimas tendências e avanços tecnológicos.

Segundo o levantamento da InfoMoney, a faixa salarial mensal de um chief technology officer varia de R$ 29.500 a R$ 50 mil.

2. Gerente de TI  

O gerente de TI é responsável por coordenar e supervisionar as atividades de desenvolvimento, manutenção e suporte de sistemas e infraestrutura de TI.

Esse profissional tem um papel fundamental no sucesso da empresa, pois a área de TI é responsável por garantir o bom funcionamento das operações e processos da organização.

As responsabilidades do gerente de tI podem variar dependendo do tamanho e da complexidade da empresa, mas geralmente incluem:

  • liderar a equipe de TI;
  • gerenciar projetos de tecnologia;
  • monitorar a infraestrutura de TI;
  • garantir a segurança e proteção dos dados da empresa;
  • planejar e implementar estratégias de tecnologia que suportem os objetivos de negócio.

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um gerente de TI varia de R$ 21.600 a R$ 34.200.

>>> Leia também: Descubra qual é a diferença entre hardware e software

3. Cientista de dados  

Cientista de dados é uma das profissões mais promissoras na área de tecnologia da informação (TI) atualmente.

Esse profissional tem a responsabilidade de coletar, analisar e interpretar grandes volumes de dados de diferentes fontes, a fim de obter insights valiosos para a tomada de decisão em empresas e organizações.

O trabalho do cientista de dados envolve diversas etapas, como:

  • identificação de dados relevantes;
  • limpeza e tratamento desses dados;
  • uso de algoritmos de análise de dados;
  • criação de modelos estatísticos e matemáticos para previsões e análises;
  • apresentação os resultados de forma clara e objetiva para a equipe de gestão.

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um cientista de dados varia de R$ 14.400 a R$ 24.100.

4. Analista de Business Intelligence (BI)  

O analista de business intelligence (BI) é responsável por coletar, analisar e interpretar dados de negócios de uma empresa para fornecer informações úteis para a tomada de decisão. 

Esse profissional trabalha com ferramentas de BI para transformar dados brutos em relatórios, dashboards e análises que ajudam as empresas a entender seus negócios, identificar tendências e oportunidades, além de otimizar processos e maximizar resultados.

As responsabilidades do analista de BI incluem:

  • coleta e organização de dados de diferentes fontes;
  • criação de modelos de dados e visualizações;
  • identificação de padrões e tendências;
  • apresentação de insights e recomendações para a equipe de gestão. 

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um analista de business intelligence varia de R$ 5.600 a R$ 19.300.

>>> Leia também: Layoffs nas big techs: o que está acontecendo e como se preparar?

5. Desenvolvedor front-end  

O desenvolvedor front-end é um profissional responsável por criar a interface visual e interativa de um site ou aplicativo. 

Ele trabalha com linguagens de programação e ferramentas de desenvolvimento web para criar a parte visual e interativa de um projeto, como menus, botões, formulários e outras funcionalidades.

As responsabilidades de um desenvolvedor front-end incluem:

  • desenvolvimento de páginas web com HTML, CSS e JavaScript;
  • criação de layouts responsivos para diferentes dispositivos;
  • otimização de imagens e arquivos para garantir a melhor performance;
  • garantia da acessibilidade e usabilidade do site ou aplicativo.

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um desenvolvedor front-end varia de R$ 6.200 a R$ 21.900.

6. Desenvolvedor back-end  

O desenvolvedor back-end é um profissional responsável por criar e manter a parte lógica e funcional de um site ou aplicativo, ou seja, o que acontece por trás da interface visual. 

Ele trabalha com linguagens de programação e bancos de dados para criar e gerenciar servidores, APIs e outras funcionalidades que permitem o funcionamento de um projeto.

As responsabilidades de um desenvolvedor Back-end incluem:

  • desenvolvimento de códigos e scripts em linguagens como PHP, Python, Ruby, Java e outras;
  • gerenciamento de bancos de dados para armazenar informações;
  • criação de APIs para integração com outros sistemas.

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um desenvolvedor back-end varia de R$ 6.200 a R$ 20.600.

>>> Leia também: O que todo profissional de TI precisa saber sobre código aberto

7. Product Manager 

O product manager, ou gerente de produto, é um profissional responsável por liderar o desenvolvimento e o lançamento de produtos em uma empresa. 

Esse profissional trabalha em estreita colaboração com equipes de design, engenharia, marketing e vendas para criar e implementar estratégias de produto.

As responsabilidades de um product manager incluem:

  • análise de mercado e da concorrência;
  • definição do roadmap do produto;
  • elaboração de requisitos e especificações;
  • gestão do ciclo de vida do produto;
  • definição de preços e estratégias de lançamento;
  • realização de testes e pesquisas com usuários.

Segundo o levantamento do InfoMoney, a faixa salarial mensal de um product manager varia de R$ 13.550 a R$ 22.700

>>> Leia também: Analista de sistemas: o que faz, áreas de atuação e quanto ganha 

Como entrar no mercado da tecnologia

Gostou de conhecer mais sobre as áreas de TI em alta em 2023? 

Se você deseja seguir alguma das carreiras mencionadas, saiba que grande parte das profissões citadas exigem uma série de habilidades e competências específicas do campo da tecnologia. 

Sendo assim, é essencial investir em uma formação sólida para se destacar e alcançar seus objetivos profissionais. 

Aqui no EAD UMC, temos três graduações na área da tecnologia que podem ajudar a alavancar sua carreira. Confira quais são:

Os três cursos mencionados são na modalidade EAD, garantindo flexibilidade para você estudar e se profissionalizar. 

Conheça as opções de bolsas de estudos do EAD UMC e comece hoje mesmo a trilhar seu caminho na área de TI.

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6 min de leitura

O que são linguagens de programação?

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O conceito de linguagem de programação 

Linguagem de programação é um conjunto de instruções para computadores. É como se fosse um idioma artificial utilizado pelos desenvolvedores para escrever um roteiro para o computador. 

As linguagens de programação variam em sua sintaxe, semântica e propósito, assim como os idiomas humanos variam em sua gramática e vocabulário. 

Por isso, podemos dizer que uma linguagem de programação é como um vocabulário, reunindo um conjunto de “regras gramaticais” usadas para escrever programas de computador. Esses programas instruem o computador a realizar determinadas tarefas específicas.

Algumas linguagens são mais fáceis de aprender e mais adequadas para atividades específicas, enquanto outras são mais difíceis e podem ser usadas para resolver problemas mais complexos.

O desenvolvedor é o profissional responsável por avaliar qual a melhor linguagem de programação para cada tipo de atividade/tarefa. 

>>> Leia mais: O que é TI? Descubra tudo sobre a área!

Os tipos de linguagem de programação 

Existem diversos tipos de linguagem de programação, aqui estão algumas das mais comuns:

  • Linguagem de programação de baixo nível: são linguagens de programação próximas ao código binário usado pelos computadores. Elas são difíceis de serem lidas e escritas por seres humanos, mas permitem um controle direto sobre o hardware do computador. Exemplo: Assembly

  • Linguagem de programação de alto nível: são linguagens de programação que possuem uma sintaxe mais próxima ao inglês e são mais fáceis de serem lidas e escritas por seres humanos. Elas abstraem muitos dos detalhes técnicos da programação de baixo nível e permitem aos desenvolvedores se concentrarem na solução do problema. Exemplos: Python, Java, C++, JavaScript, etc.

  • Linguagem de programação procedural: são linguagens de programação que seguem um modelo de programação baseado em procedimentos ou funções. Eles se concentram na decomposição do problema em subproblemas menores, que são resolvidos por procedimentos ou funções. Exemplos: C, Pascal e FORTRAN.

  • Linguagem de programação orientada a objetos: são linguagens de programação que seguem um modelo de programação baseado em objetos. Eles se concentram na modelagem de objetos do mundo real e na interação entre esses objetos para resolver problemas. Exemplos: Java, Python, C++, etc.

  • Linguagem de programação funcional: são linguagens de programação que seguem um modelo de programação baseado em funções matemáticas. Eles se concentram na transformação de dados através de funções puras, sem modificar o estado do programa. Exemplos: Haskell, Lisp, Scheme, etc.

  • Linguagem de programação de script: são linguagens de programação que são interpretadas ao invés de serem compiladas, sendo usadas frequentemente para automatizar tarefas simples ou para implementar pequenos scripts. Exemplos: Python, JavaScript, Perl, Ruby, etc.

  • Linguagem de programação de marcação: são linguagens de programação que definem a formatação e estrutura de documentos, como páginas da web ou arquivos de texto. Exemplos: HTML, XML e Markdown.

>>> Leia mais: O que todo profissional de TI precisa saber sobre código aberto

As linguagens de programação mais usadas no mercado 

Entre os tipos de linguagens mencionadas acima, podemos destacar as seguintes como mais usadas no mercado de tecnologia:

  • Java: é uma linguagem de programação de alto nível orientada a objetos e é amplamente utilizada para desenvolver aplicativos de desktop, aplicativos web e aplicativos móveis.

  • Python: é uma linguagem de programação de alto nível, versátil e fácil de usar que é usada em uma ampla variedade de tarefas, incluindo análise de dados, inteligência artificial e ciência de dados, desenvolvimento de aplicativos web e automação de tarefas.

  • JavaScript: é uma linguagem de programação de script interpretada que é usada principalmente para desenvolvimento de aplicativos web e front-end.

  • C++: é uma linguagem de programação de alto nível orientada a objetos que é usada para desenvolvimento de sistemas operacionais, jogos, aplicativos de desktop e motor de gráficos.

  • C#: é uma linguagem de programação de alto nível orientada a objetos que é usada principalmente para desenvolvimento de aplicativos em ambiente Windows.

  • PHP: é uma linguagem de programação de script interpretada que é amplamente utilizada para desenvolvimento de aplicativos web.

  • Swift: é uma linguagem de programação de alto nível orientada a objetos que é usada para desenvolvimento de aplicativos para iOS, iPadOS e macOS.

>>> Leia mais: Analista de sistemas: o que faz, áreas de atuação e quanto ganha

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Cursos para trabalhar com programação 

Conseguiu entender o que são linguagens de programação? Para ter um conhecimento aprofundado no assunto, é essencial que você curse uma graduação na área de tecnologia. 

Essas formações fornecem o conhecimento necessário sobre linguagens de programação e tudo o que você precisa para se tornar um grande desenvolvedor. 

Aqui no EAD UMC, temos três graduações na área da tecnologia, conheça quais são:

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Descubra qual é a diferença entre hardware e software

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O que é software 

Software é o conjunto de programas e instruções que fazem o hardware de um computador funcionar

Ele é responsável por realizar tarefas específicas, como processamento de texto, navegação na internet, edição de áudio e vídeo, entre outras. 

Existem vários tipos de software, incluindo sistemas operacionais, aplicativos de escritório, jogos, ferramentas de desenvolvimento e aplicativos móveis. 

Os softwares são escritos em linguagens de programação, como C++, Java, Python, entre outras. Ele é instalado no computador e pode ser desinstalado ou atualizado conforme necessário.

Tipos de software

Existem vários tipos de software, mas alguns dos principais incluem:

  • Sistemas operacionais: responsáveis por gerenciar e controlar o hardware do computador, permitindo que outros programas funcionem. 
    Exemplos incluem Windows, macOS, Linux;
  • Aplicativos de escritório/trabalho: programas utilizados para criar e editar documentos, planilhas e apresentações. Exemplos incluem Microsoft Office, Google Docs, LibreOffice;
  • Jogos: programas desenvolvidos para entretenimento, com gráficos e interações complexas;
  • Ferramentas de desenvolvimento: programas utilizados por desenvolvedores para criar, testar e depurar outros softwares;
  • Aplicativos móveis: programas desenvolvidos para dispositivos móveis, como smartphones e tablets;
  • Utilitários: programas desenvolvidos para realizar tarefas específicas, como backup, compressão de arquivos, desfragmentação de disco, etc;
  • Aplicativos de internet: programas que permitem acesso e utilização da internet, como navegadores, clientes de email, etc;
  • Software de edição de áudio e vídeo: programas utilizados para editar, produzir e manipular áudios e vídeos.

>>> Leia mais: O que é TI? Descubra tudo sobre a área!

Exemplos de software 

Levando em conta os tipos de software apresentados acima, trazemos alguns exemplos que ilustram cada um deles:

  • Sistemas operacionais: Windows, macOS, Linux;
  • Aplicativos de escritório: Microsoft Office, Google Docs, LibreOffice;
  • Jogos: Grand Theft Auto V, The Last of Us Part II, Minecraft;
  • Ferramentas de desenvolvimento: Visual Studio, Eclipse, Xcode;
  • Aplicativos móveis: WhatsApp, Instagram, Facebook;
  • Utilitários: CCleaner, WinRAR, Malwarebytes;
  • Aplicativos de internet: Google Chrome, Mozilla Firefox, Safari;
  • Software de edição de áudio e vídeo: Adobe Premiere Pro, Final Cut Pro, Audacity.

O que é hardware 

Hardware é o termo usado para se referir aos componentes físicos de um computador, ou seja, aqueles que podem ser tocados e vistos. Ele é composto por diversos elementos como:

  • CPU (Central Processing Unit): responsável pelo processamento de dados e instruções do computador;
  • Placa-mãe: componente principal que conecta todos os outros componentes do computador;
  • Memória RAM: armazena dados temporariamente para acesso rápido pelo processador;
  • Disco rígido (HDD) ou unidade de estado sólido (SSD): armazena dados de forma permanente;
  • Placa de vídeo: responsável por processar e exibir gráficos;
  • Placa de som: responsável por processar e reproduzir áudio;
  • Placa de rede: permite a conexão com a internet ou uma rede local;
  • Dispositivos de entrada: como teclado, mouse, câmera, etc;
  • Dispositivos de saída: como monitor, caixas de som, impressora, etc.

Tipos de hardware 

Existem vários tipos de hardware, alguns dos principais incluem:

  • Computadores pessoais (PCs): incluindo desktops e laptops;
  • Dispositivos móveis: incluindo smartphones e tablets;
  • Servidores: computadores utilizados para fornecer recursos e serviços para outros dispositivos;
  • Dispositivos de armazenamento: incluindo discos rígidos, unidades de estado sólido (SSD), discos externos e dispositivos de armazenamento em nuvem;
  • Dispositivos de entrada: incluindo teclado, mouse, câmera, scanner, entre outros;
  • Dispositivos de saída: incluindo monitores, caixas de som, impressoras, entre outros;
  • Dispositivos de rede: incluindo roteadores, switches, modems, placas de rede, entre outros;
  • Periféricos: incluindo dispositivos adicionais como webcams, dispositivos de armazenamento externos, dispositivos de captura de áudio e vídeo, entre outros;
  • Dispositivos de segurança: incluindo firewalls, sensores de movimento, câmeras de segurança, entre outros;
  • Dispositivos IoT (Internet das coisas): como câmeras inteligentes, assistentes de voz, dispositivos de automação residencial, entre outros.

>>> Leia mais: O que todo profissional de TI precisa saber sobre código aberto

Diferença entre hardware e software

Agora que você compreende os conceitos de hardware e software, deve estar mais clara a diferença entre essas duas tecnologias. 

Hardware é o termo usado para se referir a todos os componentes físicos de um computador. Ou seja, é tangível e pode ser tocado e visto. 

O software, por outro lado, é o conjunto de programas e instruções que fazem o hardware funcionar. Ou seja, é intangível e consiste em códigos e programas. Ele é o conjunto de instruções que dão as ordens para o hardware realizar tarefas específicas. 

Assim, em resumo, podemos dizer que hardware é o que você pode tocar e ver, enquanto software, é o que você não pode tocar, mas é necessário para que o hardware funcione.

Cursos de tecnologia para trabalhar com hardware e software 

E aí, gostou de conhecer mais sobre a diferença entre hardware e software?

As explicações que trouxemos aqui são apenas o básico da Tecnologia da Informação (TI), existem diversos outros conceitos e conhecimentos essenciais para atuar nessa área. 

E se você deseja seguir carreira na TI, é indispensável investir em uma boa formação. Aqui no EAD UMC, temos três cursos de graduação que vão prepará-lo para atuar nesse ramo, são eles:

Conheça mais sobre esses cursos e fique por dentro de nossas opções de bolsas de estudos. Fazer um curso superior é um importante passo para acelerar sua carreira na TI.

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Você sabe a diferença entre líder e chefe?

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As características de um líder e de um chefe

Por mais que as palavras chefe e líder sejam usadas como sinônimos muitas vezes, é visto na prática do mercado de trabalho que esses dois perfis carregam muitas diferenças.

O chefe é aquela figura autoritária, que centraliza em si as decisões e vê os colaboradores como meros subordinados — que devem seguir suas orientações sem questionamentos.

A figura do chefe se consolidou no período da Revolução Industrial, em que era necessário um supervisor ou encarregado para garantir a alta produção na linha de montagem. Nesse sentido, o chefe era responsável por garantir resultados através de pressões e cobranças dos funcionários.

Assim, entre as principais características de um chefe, podemos citar:

  • centralização das principais responsabilidades e informações dos projetos;
  • recusa ou aversão a opiniões contrárias às suas;
  • uso de sua autoridade para pressionar e cobrar de forma excessiva seus subordinados;
  • tendência a não ouvir ou oferecer espaço para debate com os funcionários;
  • prioriza processos, em vez de pessoas;
  • inflexibilidade para atender e acolher as demandas de seus colaboradores;
  • não reconhecimento da necessidade de incentivar seus colaboradores.

Atualmente, esse perfil de gestão vem perdendo espaço no mercado de trabalho. Afinal, uma hierarquia tão rigorosa não tem se mostrado eficaz, tanto no sentido de trazer resultados para as organizações quanto no clima do ambiente de trabalho.

No lugar do chefe, a figura do líder tem dominado mais o mercado, com sua capacidade de engajar e motivar a equipe por meio do seu exemplo e de uma postura mais empática.

O líder é aquele que possibilita que seus colaboradores se desenvolvam e inspira confiança e respeito. Tudo isso sem ter que se impor de forma autoritária ou depender de estrutura extremamente hierarquizada.

Ou seja, mesmo que as opiniões sejam contrárias às dele, o líder está sempre aberto ao diálogo, criando um bom ambiente organizacional entre os todos os funcionários.

Com isso, as principais características de um líder são:

  • gestão mais horizontal, com espaço para que todos tragam suas opiniões e se sintam ouvidos;
  • proporcionar feedbacks sempre que necessário;
  • empatia e respeito à diversidade dos seus colaboradores;
  • promoção de iniciativas que buscam o reconhecimento do trabalho dos seus colaboradores;
  • desenvolvimento de ações para que os colaboradores possam trabalhar suas habilidade e crescer em sua área;
  • saber delegar;
  • capacidade de solucionar conflitos internos de forma pacífica;
  • engajar e motivar a equipe pelo exemplo.

>>> Leia mais: A diferença entre power skills, soft skills e hard skills

Soft skills de liderança

Agora que você já entende a diferença entre líder e chefe, pode estar se perguntando: quais habilidades eu devo trabalhar para proporcionar uma boa liderança para meus colaboradores?

Afinal, ser um bom líder envolve uma série de competências que vão muito além da capacidade de gestão.

Segundo Dale Carnegie, autor do livro “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, os princípios mais importantes que um bom líder deve seguir são:

  • Saber como criticar: o gestor deve comunicar à equipe que não está atingindo as expectativas, mas sem deixar de reconhecer as qualidades do time.
  • Reconhecer os próprios erros: líderes também são humanos, ou seja, tem falhas. Admitir quando errou é uma forma de conquistar a confiança da equipe e ainda ajuda alguém a mudar de comportamento.
  • Sugerir em vez de ordenar: em vez de simplesmente dar ordens, o gestor pode levar as demandas para a equipe em forma de sugestões ou perguntas.
  • Elogiar os pontos fortes: assim como o gestor deve saber criticar, ele precisa saber elogiar de forma genuína.
    Incentivar a excelência: o respeito da equipe reflete-se em resultados melhores e metas alcançadas.
  • Transformar problemas em desafios: o gestor deve tornar as tarefas o mais simples possível para a equipe, a partir do otimismo e do encorajamento.

Para alcançar estes princípios, as soft skills que um gestor precisa desenvolver são:

  • Comunicação assertiva;
  • Trabalho colaborativo;
  • Adaptabilidade;
  • Capacidade de solução de problemas;
  • Autoconfiança;
  • Inteligência emocional;
  • Pensamento analítico;
  • Negociação;
  • Administração de conflitos;
  • Gestão de tempo;
  • Empatia;
  • Resiliência.

>>> Leia mais: O que significa ter uma carreira de sucesso?

7 cursos para quem quer liderar de verdade

Além de desenvolver suas habilidades interpessoais, um bom líder também investe na sua formação profissional.

Pensando nisso, trazemos uma lista de cursos na área de gestão que podem acelerar sua carreira. Confira:

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Por que uma segunda licenciatura pode ajudar sua carreira de professor

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Como funciona a segunda licenciatura 

Se você lembrar da sua época escolar, provavelmente vai encontrar um professor que lecionava aulas de disciplinas diferentes. 

Por exemplo: o professor que ensinava matemática e física, a professora que dava aulas de geografia e história e por aí vai.

Para atuar em mais de uma disciplina, uma das principais opções para professores na atualidade é a segunda licenciatura. É curso de nível superior de curta duração para habilitar professores a dar aulas em mais de uma disciplina.

Ele foi regulamentado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em 2015. Seu objetivo é possibilitar que professores já licenciados se capacitem em outra área do conhecimento. 

O Brasil tem grande carência de professores para o ensino básico. Por isso, o Ministério da Educação (MEC) criou o programa de segunda licenciatura, oferecendo aos profissionais já licenciados a possibilidade de assumirem outras matérias.

A carga horária da segunda licenciatura é variável –  entre 800 e 1.200 horas, no mínimo. Em geral, essa formação tem de um ano a um ano e meio de duração.

A duração exata vai depender da equivalência entre a licenciatura já feita e a segunda licenciatura. Essa análise comparativa dos currículos é feita pela própria universidade.

Um professor de Biologia, por exemplo, que quer fazer segunda licenciatura em Letras, vai levar mais tempo para terminar o curso, já que as graduações pertencem a áreas diferentes.

Já um professor de Física, que quer fazer a segunda licenciatura em Matemática, a carga horária do curso provavelmente será menor. Afinal. Matemática e Física são áreas correlatas. 

De todo modo, a segunda licenciatura é mais rápida quando comparada a outras graduações. 

Outras informações importantes é que na segunda licenciatura também existe a obrigatoriedade do estágio curricular supervisionado. Ele deve ser de 300 horas. 

Contudo, se o aluno já atua no magistério, essa carga de 300 horas pode ser diminuída para até 200 horas.

A diferença entre a primeira e a segunda licenciatura 

A principal diferença entre a primeira e a segunda licenciatura está na carga horária do curso. 

Os cursos de primeira licenciatura têm carga horária de 2.800 horas mais 400 horas de estágio supervisionado. 

Já os de segunda licenciatura, têm carga horária de 800 horas para cursos na mesma área de atuação ou 1.200 horas para cursos fora da área de atuação. O estágio supervisionado tem carga horária de 300h.

O segredo para essa duração menor é que o aluno já licenciado não precisa estudar novamente todas as matérias ligadas ao ensino, didática e pedagogia já vistas na sua primeira graduação. 

O curso se concentra em transmitir os conhecimentos específicos da nova área escolhida pelo licenciado, por isso a carga horária é menor. 

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O que é R2 e a diferença para a segunda licenciatura 

Quando falamos em segunda licenciatura, existe outro conceito que muitas vezes se confunde com ela: o R2. Por isso, é importante diferenciarmos esses programas. 

R2 é um Programa Especial de Formação de Docentes. Ele é voltado para profissionais formados em bacharelados ou tecnólogos que desejam trabalhar no campo da educação como professores.

Esse curso proporciona uma sólida formação docente ao profissional e prepara esses profissionais para atuar na área do ensino. 

Muitos profissionais com bacharelado em áreas como Matemática, História, Geografia, entre outras formações, recorrem a esse programa para poder dar aulas. 

Já a segunda licenciatura, como vimos ao longo do artigo, é voltada para aqueles profissionais que já são formados em licenciaturas, como Letras, Matemática, História, Geografia, Biologia, Artes, entre outros. 

Resumindo: o R2 é voltado para os bacharéis e tecnólogos, e a segunda licenciatura para os graduados já licenciados. 

Vantagens de fazer uma segunda licenciatura

Uma segunda licenciatura pode trazer uma série de vantagens para a carreira dos professores. A seguir, trazemos as principais:

  • Turbinar o currículo

Com uma dedicação de menos de dois anos, você poderá ampliar seu currículo e melhorar seu plano de carreira, tendência cada vez mais necessária para se destacar e alcançar novas possibilidades profissionais.

  • Regularizar a situação de professores que já estão atuando fora de sua área de formação original

O Brasil tem um grande déficit de professores da educação básica. Por isso, muitos professores costumam dar aulas de outras matérias para além de sua formação, sem que tenham a capacitação adequada para isso. 

Se esse é o seu caso, com a segunda licenciatura, você pode regularizar sua atuação e se manter seguro em seu posto de trabalho.

  • Proporcionar nova área de atuação

Com a segunda licenciatura, o profissional irá expandir a sua área de atuação, podendo aproveitar oportunidades de vagas oferecidas na escola onde já trabalha ou em outras instituições de ensino.

  • Melhorar a remuneração

Com a possibilidade de atuar em uma segunda área, você terá a oportunidade de aumentar seus ganhos mensais com novas aulas que pode vir a assumir.

Quem pode fazer uma segunda licenciatura 

A segunda licenciatura se destina a profissionais formados em um curso de licenciatura. Não é exigido que essa pessoa tenha atuado em sala de aula ou esteja atuando no momento. Ou seja, basta ter o diploma anterior e o desejo de ampliar seu conhecimento. 

Atualmente, é possível fazer segunda licenciatura em diversas áreas, como Letras, Matemática, Biologia, Geografia, Artes, Física, Química e por aí vai. 

Aqui no EAD UMC, temos dois cursos de segunda licenciatura a distância. Confira quais são. 

Segunda licenciatura em Pedagogia EAD

A Segunda Licenciatura em Pedagogia EAD é a opção para os profissionais que já possuem um diploma de licenciatura e buscam atuar na área de pedagogia.

Com essa formação, você poderá trabalhar diretamente no ensino de crianças do ensino infantil e primeiros anos do ensino fundamental.

O curso aborda todos os conceitos essenciais da pedagogia, como as metodologias de ensino para crianças, didática para ensino infantil, ferramentas lúdicas de aprendizagem, alfabetização, entre outros.

Além disso, você também estudará sobre psicologia da educação e neuropsicopedagogia, ensinamentos essenciais na atuação do professor na identificação de distúrbios de aprendizagem, por exemplo.

O curso de Segunda Licenciatura em Pedagogia para Licenciados traz ainda conhecimentos sobre gestão, coordenação e orientação escolar, bem como o ensino em ambientes não-escolares. Partindo dos conhecimentos que você já tem em licenciatura, este curso é objetivo e de alta qualidade.

Essa graduação tem um ano e meio de duração, e as aulas acontecem a distância, dando mais flexibilidade para conciliar as atividades da rotina. 

Segunda Licenciatura em Letras 

O curso de Segunda Licenciatura em Letras EAD é a escolha ideal para quem deseja aumentar sua atuação profissional. 

Nessa graduação, você estudará todos os aspectos da língua portuguesa, gramática, ortografia e estrutura. Entenderá como surgiu a nossa língua, o que a influenciou, a forma como ela evoluiu, além de refletir sobre o papel dela na nossa sociedade.

Além disso, o curso aborda a literatura da língua portuguesa, especialmente a brasileira, estudando sobre as escolas literárias, evolução, características e tendências.

Assim como o curso de Segunda Licenciatura de Pedagogia, este também tem um ano e meio de duração e aulas remotas.

A UMC é uma das melhores instituições privadas de ensino superior do Brasil e a melhor da região do Alto Tietê. Temos nota 4 na avaliação ENADE do MEC e nosso EAD segue as mesmas exigências de qualidade e excelência que os cursos presenciais.

Nossos cursos têm conteúdos exclusivos e uma didática que prepara você para todos os desafios da profissão. 

Aprenda sem sair de casa, estude nos melhores horários para você e conte com professores mestres e doutores.   

E não deixe de conferir: temos opções de bolsas de estudos imperdíveis.

Não perca tempo e comece hoje sua segunda licenciatura!

--> Se você é professor, provavelmente já ouviu falar da segunda licenciatura. É uma formação rápida que permite aos ...
6 min de leitura

Saiba como usar o LinkedIn para conseguir oportunidades de trabalho

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Por que usar o LinkedIn?

Você sabia que o LinkedIn já ultrapassou a marca de 43 milhões de usuários no Brasil? O país já está na quarta posição de maior número de usuários, e esse número tende a crescer cada vez mais.

Com isso, a quantidade de oportunidades disponíveis na rede social é gigantesca, e com grande diversidade de áreas e setores do mercado.

Tanto empresas quanto colaboradores já perceberam a importância de não somente ter uma conta no LinkedIn, como também se posicionar bem para ser encontrado por lá.

Como usar o LinkedIn?

A rede social não tem segredo e é relativamente fácil começar a utilizar e se conectar sem muita demora. Para começar, você vai precisar ter em mãos apenas um e-mail ou número de celular.

Essa facilidade permite que em apenas alguns minutos você já esteja online e possa ser encontrado por recrutadores de todo o país, mesmo dentro da sua área de atuação.

E, com isso, você já pode começar também a encontrar antigos colegas de trabalho, empresas, gestores, entre outros.

Para iniciar a sua jornada na maior rede corporativa do mundo, basta seguir os passos abaixo.

Crie uma conta

Com o seu e-mail ou número de celular em mãos, você vai acessar a página de login do LinkedIn e dar início ao seu cadastro na rede.

Para isso, você também precisará cadastrar uma senha junto com seus dados principais. Seu e-mail ou número de celular e a sua senha serão as credenciais da sua conta, e, com eles, você poderá acessar a rede de qualquer lugar que desejar.

Por isso, nunca compartilhe seu e-mail e senha com estranhos, e tenha certeza de escolher uma senha segura para sua conta.

Deixe seu perfil completo

Com o seu cadastro feito no LinkedIn, é hora de começar a atualizar o seu perfil para que seus contatos e conhecidos possam te identificar e te localizar quando necessário.

Um perfil completo também transmite maior confiança na rede social, aumentando as chances de um recrutador entrar em contato com você, e fazendo com que seu perfil possa alcançar as melhores oportunidades.

Por isso, sempre preencha seu nome completo, seus dados de localização, sua área de atuação, e os dados importantes sobre sua carreira profissional, como sua área de atuação, cursos já feitos e experiências profissionais.

Coloque uma boa fotografia

Ao completar o seu perfil no LinkedIn, a foto de perfil também precisará ser preenchida. Ela será a sua porta de entrada, a primeira coisa que as pessoas verão ao terem contato com o seu perfil.

Por isso, é ideal que você opte por uma imagem que transmita profissionalismo.

Não precisa necessariamente ser uma foto feita em estúdio ou de forma profissional. Mas é recomendado que tenha uma boa iluminação, sem filtros, e que o seu rosto apareça de forma completa.

Dessa forma, você garante que as pessoas que te conhecem possam te reconhecer na foto, ao mesmo tempo que transmite profissionalismo no seu perfil.

Comece a se conectar com as pessoas

Agora que você já completou seu perfil com todas as informações mais relevantes, e já colocou uma foto que transmita seu profissionalismo, é hora de começar a se conectar com as pessoas!

Assim que você preenche dados das experiências anteriores, instituições que você frequentou e sua área de atuação, o LinkedIn poderá oferecer perfis que você possa conhecer, ou que sejam relevantes para sua carreira.

Você pode começar adicionando as recomendações da rede social, ou pode também ir atrás dos seus próprios contatos, buscando por nome, empresa e contato as pessoas que você conheceu ao longo da jornada.

Encontre vagas de emprego pelo LinkedIn

O LinkedIn é considerado a maior rede social corporativa do mundo. E não é à toa. Mais de 20 milhões de empresas estão presentes na rede, cerca de 90% dos recrutadores possuem perfil no LinkedIn e mais de 122 milhões de pessoas já conseguiram ao menos uma entrevista na rede social.

Os dados acima demonstram que a rede se tornou um solo fértil para quem busca uma vaga, e também para os recrutadores que buscam pelos melhores candidatos.

O LinkedIn permite que as empresas possam abrir vagas na rede social, e que os recrutadores possam pesquisar por candidatos que se encaixem através das experiências.

Além disso, os candidatos também podem pesquisar por vagas e se candidatar, com opção de receber alerta cada vez que uma vaga é aberta na rede.

Interaja nas postagens de outras pessoas

Apesar de facilitar a busca por uma vaga de emprego, o LinkedIn não serve apenas para isso. Com ele, você pode se conectar com amigos e colegas de trabalho, gestores, fazer networking com novos contatos, e muito mais.

Tudo isso faz com que seu perfil ganhe relevância, pois, quanto mais você interagir com outros usuários, mais o seu perfil pode aparecer para outras pessoas, aumentando a possibilidade de um networking efetivo.

Por isso, nunca perca a oportunidade de criar conexões genuínas na rede, comentando, compartilhando e interagindo com os usuários da rede social.

Compartilhe suas conquistas profissionais

O LinkedIn, apesar de ser uma rede social voltada para o mercado de trabalho, também pode se tornar um espaço seu, onde você se sinta confortável para compartilhar suas conquistas.

Isso irá trazer visibilidade para seu perfil, podendo aumentar seu engajamento, sua experiência e suas trocas na rede social.

Publique textos

O LinkedIn, além do espaço das vagas e das postagens, também conta com espaço para publicação de textos e artigos relevantes para a rede.

É ideal para pessoas que desejam agregar mais valor ao próprio perfil, postando histórias, pesquisas, curiosidades e artigos próprios sobre a área em que atua.

Os textos são uma das principais fontes de compartilhamento, e um texto interessante tem um potencial gigantesco de fazer seu perfil chegar ainda mais longe, quem sabe até em recrutadores da sua área que buscam por candidatos com o seu perfil.

Troque recomendações

As recomendações da rede social também são uma forma incrível de se destacar e deixar bons relatos no perfil de colegas de trabalho antigos ou atuais, gestores, entre outras pessoas que você teve contato na sua jornada.

Além disso, deixando recomendações genuínas nos perfis das conexões que você conhece também ajuda na hora de receber recomendações, elas vêm de forma natural no seu perfil.

Mas tome cuidado: evite pedir por recomendações ou deixar recomendações em perfis de pessoas que você não conhece, não trabalhou ou nunca interagiu.

Aproveite outros recursos

Além de poder se conectar com outras pessoas, com gestores, recrutadores, colegas de trabalho e empresas, e de poder postar experiências e artigos na rede, o Linkedin também possui uma série de outros recursos para aproveitar.

Todos os recursos são voltados para a carreira profissional, e quando utilizados de maneira estratégica, podem acrescentar ainda mais à sua carreira, aumentando as suas habilidades e fazendo com que seu perfil seja ainda mais atrativo para novas vagas.

Dentre alguns recursos extras disponíveis dentro do ecossistema do LinkedIn, podemos citar alguns principais:

Cursos

Dentro do LinkedIn, a rede social optou por lançar o LinkedIn Learning: uma plataforma repleta de cursos de áreas de extrema importância para grande parte das carreiras.

A plataforma é paga, mas o valor pode ser considerado acessível para grande parte dos profissionais: R$ 29,90 por mês com o primeiro mês gratuito.

Esse primeiro mês gratuito é feito para o usuário testar todos os cursos disponíveis na plataforma antes de decidir se faz sentido a contratação. O LinkedIn Learning conta com mais de 16 mil cursos disponíveis!

Leia artigos e aprenda mais

Assim como é possível postar os seus textos e artigos, também é possível ler e compartilhar o texto de outras pessoas.

Por isso, essa pode ser uma boa oportunidade para se atualizar no seu mercado e adquirir algumas experiências através de outras pessoas. Essas experiências podem se tornar valiosas no seu meio de atuação.

Se conecte com autoridades

Por se tratar de uma rede bastante popular, o LinkedIn também acaba atraindo personalidades influentes do mercado de trabalho. E essas personalidades em geral são bastante experientes, com uma bagagem incrível de carreira, e alguns deles gostam de compartilhar detalhes dessa experiência na rede social.

Por isso, você pode seguir essas autoridades influentes do seu mercado, ou líderes de mercado em geral, como Bill Gates, Elon Musk, entre muitos outros, e aprender um pouco com cada um deles!

Conclusão

O LinkedIn é uma rede social corporativa completa, e por isso é considerada a maior rede do mundo no segmento corporativo.

Com isso, você terá vantagens incríveis ao criar sua conta, tendo contato com pessoas influentes, se conectando com antigos colegas de trabalho, buscando novas oportunidades de trabalho e podendo até estudar e desenvolver suas habilidades na rede social.

É fato que sua carreira só tem a ganhar!

E por falar em carreira, temos também um artigo voltado a montagem de um currículo perfeito. Você sabe como montar o seu? Então vem com a gente e aprenda: como montar um currículo: 6 passos do EAD UMC.

--> Você sabe como usar o LinkedIn? Com o avanço das relações digitais, as redes sociais vêm se tornando cada vez mais ...
8 min de leitura

Gestão de Tecnologia da Informação: curso e mercado de trabalho

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O que é Gestão de Tecnologia da Informação?

A gestão de TI é uma atividade que envolve o gerenciamento dos recursos tecnológicos de uma empresa para otimização de seus processos operacionais. 

Nesse sentido, o principal foco dos gestores de tecnologia da informação é a melhoria dos processos e procedimentos que envolvem a área de TI.

Para isso, o profissional da área elabora softwares diversos para gestão e vendas e até mesmo aplicativos para celulares. 

Além disso, esses profissionais também podem auxiliar usuários e empresas na compra de equipamentos e softwares. 

Ou seja, tudo que envolve gestão na área de tecnologia é responsabilidade dos gestores de TI.

Como é o curso de Gestão de Tecnologia da Informação?

A graduação em Gestão de Tecnologia da Informação confere grau de tecnólogo e tem duração média de dois anos e meio. Ela pode ser cursada nas modalidades presencial, semipresencial e EAD.

A formação é ideal para aqueles que buscam um conhecimento mais especializado e procuram por uma graduação de ensino superior mais curta

Durante o curso, conteúdos como engenharia de software, infraestrutura de TI, gestão orçamentária e banco de dados fazem parte da formação e desenvolvimento técnico deste profissional.

Confira algumas das disciplinas que compõem a grade curricular:

  • Lógica Computacional
  • Prototipagem de Software 
  • Fundamentos da Administração
  • Arquitetura de Computadores e Sistemas Operacionais
  • Algoritmos, Programação e Estrutura de Dados
  • Modelagem de processos de Negócios
  • Banco de Dados
  • Machine Learning
  • Sistemas de Informação
  • Redes de Computadores
  • Engenharia de Software
  • Business Intelligence
  • Administração Estratégica
  • Liderança e Inteligência Corporativa
  • Segurança da Informação
  • Empreendedorismo e Inovação

Qual o perfil do estudante de Gestão de Tecnologia da Informação?

Todos os cursos da área da tecnologia envolvem cálculos, estatísticas e algoritmos, e em Gestão de Tecnologia da Informação não é diferente. 

Ter certa afinidade com as ciências exatas é essencial para o curso e o exercício da profissão. 

Além disso, os gestores de TI devem ter um pensamento estratégico e analítico para identificar problemas e buscar soluções em suas áreas de atuação. 

É também interessante que os estudantes da área gostem de aprender e de encarar novos desafios. Afinal, a tecnologia está em constante evolução, com novas ferramentas e metodologias sendo desenvolvidas a todo momento.

Isso exige que os profissionais estejam em constante atualização. Ou seja, os estudos são para a vida toda, mesmo depois da graduação. 

Em quais áreas o profissional formado em Gestão de Tecnologia da Informação pode atuar?

Atualmente, a tecnologia está presente em empresas de todos os setores, sendo essencial para manter diversos processos operacionais. 

O setor da tecnologia cresce mesmo em momentos de crise e existe uma grande procura por profissionais qualificados. Em geral, as empresas oferecem boas oportunidades de emprego e salários atrativos.

O gestor de TI pode trabalhar nos mais diferentes setores da economia, desde a área financeira até o ramo da saúde, além de empresas especializadas em TI.

As oportunidades estão em organizações públicas e privadas, nos setores que investem em tecnologia da informação no desenvolvimento de seus produtos e serviços, em bancos, seguradoras, operadoras de telefonia, indústrias, hospitais, consultorias e muito mais.

O profissional diplomado em Gestão de TI pode desempenhar funções em todas as camadas da hierarquia da empresa, ocupando cargos de consultor, gerente e até diretor. 

Afinal, a graduação em Gestão da Tecnologia da Informação prepara o aluno para assumir papéis estratégicos nas empresas, desde áreas como investimentos tecnológicos até na contratação de mão de obra especializada.

>>> Leia mais: o que é o Prouni? Guia de perguntas e respostas

Quanto ganha um gestor de TI?

A área da tecnologia oferece boas perspectivas salariais para os diplomados, sendo que a remuneração pode variar de acordo com o cargo e nível de experiência do profissional. 

De acordo com o site Vagas, os gestores de TI iniciam na profissão ganhando R$ 2.650 de salário e podem ganhar até R$ 8.554. 

O site aponta que a média salarial do profissional é de R$ 4.189 no Brasil.

O portal Glassdoor também sinaliza para valores semelhantes. De acordo com o site, o salário médio do gestor de TI é de R$5.954 no Brasil. 

Por que TI é uma das áreas mais promissoras da atualidade?

A área da Tecnologia da Informação tem chamado atenção quando falamos de profissões bem remuneradas e com boa taxa de empregabilidade. 

Com o forte avanço do digital, intensificado principalmente com a pandemia, os profissionais da Tecnologia da Informação estão cada vez mais requisitados no mercado de trabalho. Afinal, falta mão de obra qualificada e em muitos setores até sobram vagas. 

Áreas como Gestão de Tecnologia da Informação, Ciências da Computação, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Software e Análise e Desenvolvimento de Sistemas têm oferecido as melhores oportunidades profissionais. 

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de 2020, as profissões na área da TI foram algumas das mais bem remuneradas do ano passado. Confira:

  • Diretor de Serviços de Informática: R$ 24.846,02
  • Gerente de Segurança de Tecnologia da Informação: R$ 13.433,47
  • Gerente de Desenvolvimento de Sistemas: R$ 12.695,16
  • Gerente de Produção de Tecnologia da Informação: R$ 11.695,19
  • Gerente de Projetos de Tecnologia da Informação: R$ 10.220,10

Investir em uma graduação na área da TI oferece boas chances de ter uma carreira estável e promissora. 

Use sua nota do ENEM para ganhar uma bolsa de estudos!

Conclusão

Neste artigo, falamos sobre a área de Gestão de Tecnologia da Informação, trazendo mais informações sobre o curso e o mercado de trabalho. 

As carreiras na área da TI são algumas das mais promissoras da atualidade, oferecendo alta taxa de empregabilidade e boas remunerações. 

Se você se identificou e se interessou pela área, conheça o curso de Gestão de Tecnologia da Informação do EAD UMC. 

O curso é oferecido na modalidade EAD, garantindo flexibilidade e autonomia para conciliar estudos, trabalho e vida pessoal. 

Além disso, o EAD UMC possui condições imperdíveis de bolsas de estudos

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7 min de leitura

Como formatar um artigo científico na ABNT

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A estrutura de um artigo científico 

Um artigo científico possui uma estrutura mais simples e compacta em comparação a outros trabalhos acadêmicos, como uma monografia, por exemplo. No artigo, você não precisa se preocupar com capa, folha de rosto, sumário e outros elementos pré-textuais exigidos no TCC.

Confira as principais partes do artigo científico e suas principais regras de formatação. Ah, abaixo destes tópicos deixamos um artigo científico de exemplo, mostrando como essas regras se aplicam na prática:

Elementos pré-textuais

Título do artigo (Obrigatório)

O título precisa ser breve e descrever especificamente o tema do artigo.

Regras de formatação: 

  • Letras maiúsculas em negrito, 
  • Alinhamento centralizado, 
  • Subtítulo, se houver, deve ser separado por dois pontos do título, em letras minúsculas, com as iniciais em maiúsculas, em negrito.

Título do artigo em inglês (Opcional)

Considera-se a mesma orientação de conteúdo e formatação do título na língua portuguesa.

Nome do autor (Obrigatório)

O nome do autor deve ser inserido logo abaixo do título, de forma direta (nome e sobrenome).

Regras de formatação: 

  • Texto alinhado à direita, na mesma fonte e tamanho utilizados no texto do artigo. 
  • Quando houver mais de um autor, os nomes devem ser indicados na mesma linha, separados por vírgula, ou em linhas distintas (alinhadas à direita), em ordem alfabética.
  • Recomenda-se que conste uma nota de rodapé ao final da página com o currículo sucinto de cada autor, com vinculação e endereço de contato.

Resumo em português (Obrigatório) 

O resumo precisa ser escrito na mesma língua do artigo e ter no mínimo 100 palavras e no máximo 250 palavras.

Regras de formatação: 

  • O texto do resumo deve ser justificado às margens, com a mesma fonte utilizada no trabalho.

Palavras-chave (Obrigatório) 

São palavras que descrevem os principais assuntos abordados no artigo. Recomenda-se o uso de 3 a 5 palavras.

Regras de formatação: 

  • Devem ser inseridas logo abaixo do resumo, separadas por um espaço em branco. 
  • São escritas também na língua do texto, expressando o assunto e separadas por ponto, com as iniciais maiúsculas.

Resumo em inglês  (Opcional)

Considera-se a mesma orientação de conteúdo e formatação do resumo na língua vernácula.

Elementos textuais

Introdução (Obrigatório)

Deve-se apresentar tema, problema, objetivos, metodologia, observações e detalhes sobre a pesquisa.

Regras de formatação: 

  • A introdução é o primeiro elemento numerado, portanto deve-se incluir o número 1 à esquerda do título, que é escrito em letras maiúsculas.
  • Aplicar o recuo de parágrafo de 1,25 cm no título do capítulo e no corpo do texto.
  • Título alinhado à esquerda.

Desenvolvimento (Obrigatório)

Deve-se desenvolver os capítulos da pesquisa.

Regras de formatação: 

  • Elemento numerado, portanto deve-se incluir o número à esquerda do título, que é escrito em letras maiúsculas.
  • Aplicar o recuo de parágrafo de 1,25 cm no título do capítulo e no corpo do texto.
  • Título alinhado à esquerda.

Considerações finais (Obrigatório)

Deve-se fazer uma avaliação sobre os objetivos alcançados ou não alcançados e uma reflexão final sobre os dados levantados, respondendo a pergunta do problema de pesquisa.  

Regras de formatação: 

  • Elemento numerado, portanto deve-se incluir o número à esquerda do título, que é escrito em letras maiúsculas.
  • Aplicar o recuo de parágrafo de 1,25 cm no título do capítulo e no corpo do texto.
  • Título alinhado à esquerda.

Elementos pós-textuais

Referencial teórico (Obrigatório)

Traz as referências bibliográficas utilizadas para compor o artigo, que podem ou não ter sido citadas ao longo do trabalho.

Regras de formatação: 

  • As referências devem ser alinhadas à margem esquerda do texto com espaço simples e separadas umas das outras por um espaço simples. 
  • Usar o mesmo tipo e tamanho de fonte do texto do artigo e não as numerar.

Glossário (Opcional)

Esse item visa apresentar, se necessário, as palavras e as expressões técnicas citadas ao longo do texto que possam ser desconhecidas pelo leitor.

Regras de formatação: 

 sempre em ordem alfabética.

Apêndices (Opcional)

Texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar alguma argumentação usada no artigo. Ou seja, podem ser usados questionários, modelos de formulários, roteiro de entrevistas, etc. 

Regras de formatação: 

  • Seu título deve ser colocado em letras maiúsculas, em negrito e centralizado na parte superior da página.
  • O documento do apêndice deve ser identificado nesta ordem: a palavra “Apêndice” seguida de letras maiúsculas consecutivas, travessão e título, por exemplo: 

Apêndice A – Relatório de análise de dados

Agradecimentos (Opcional)

Deve ser sempre o último elemento pós-textual, onde o autor pode agradecer a quem, de algum modo, contribuiu para que ele realizasse o trabalho.

As regras de formatação são as mesmas dos parágrafos de desenvolvimento do artigo.

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Tipos de artigos científicos 

Existem vários tipos de artigos científicos. Conheça os principais gêneros:

  • Estudo de caso

Os artigos do tipo “Estudo de caso” analisam um fenômeno ou objeto específico. Trata-se do estudo de um caso real, que, às vezes, o estudante pode observar de perto. No entanto, o pesquisador assume um olhar neutro e afastado.

É comum que os estudantes analisem o caso das empresas em que trabalham, por exemplo. No entanto, isso não é uma regra e os objetos de pesquisa podem variar, incluindo fenômenos que ocorreram no passado, por exemplo.

  • Revisão bibliométrica

Esse tipo de artigo possui uma perspectiva estatística, voltado para a análise de dados.

Com um viés quantitativo, a revisão bibliométrica busca identificar o quanto se fala sobre determinado tema dentro de uma área acadêmica específica.

Também é possível fazer análises comparativas e identificar quais abordagens são mais frequentes e quais são menos frequentes, por exemplo.

  • Revisão bibliográfica

Esse tipo de artigo desenvolve uma abordagem ampla sobre determinado tema, a partir de diferentes perspectivas teóricas.

Nesse caso, o texto precisa trazer uma reflexão a partir do cruzamento de diferentes autores que possuem obras respeitadas dentro do tema escolhido. 

  • Pesquisa ação

Esse tipo de artigo é um pouco menos usual, mas também tem espaço na academia, apesar de ser visto com reservas pela comunidade científica.

Nesse tipo de trabalho, o pesquisador está diretamente envolvido no caso do estudo. Ou seja, é ele que está implementando as ações que serão analisadas na pesquisa. 

É comum que esse tipo de pesquisa seja desenvolvida pelo pesquisador junto à sua empresa, onde ele está desenvolvendo algum projeto específico ou implementando um novo sistema, por exemplo.

  • Survey

As pesquisas do tipo survey são bastante utilizadas no meio acadêmico e possuem objetivos bastante específicos.

São estudos que visam entender como determinada população se relaciona com determinado tema dentro de um período de tempo específico.

A depender da envergadura do trabalho, a realização desse tipo de pesquisa inclui a elaboração de questionários de variados tipos: questões de pesquisa aberta, fechada, com abordagem quantitativa ou qualitativa.

Pesquisas de satisfação, de intenção de voto e outras como as realizadas pelo IBGE são do tipo Survey.

Regras gerais de formatação da ABNT para artigos científicos 

Papel: Os trabalhos acadêmicos, se impressos, devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), digitados em cor preta, podendo utilizar outras cores somente para ilustrações.

Impressão: Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam impressos no anverso e verso das folhas.

Margens: 

  • Anverso (frente da folha) — esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm. 
  • Verso (traseira da folha) — direita e superior de 3 cm; esquerda e inferior de 2 cm.

Espaçamento: O texto deve ser redigido com espaçamento 1,5 entre linhas. Em citações de mais de três linhas, notas de rodapé, referências, legendas das ilustrações e  tabelas, utiliza-se espaço simples.

Parágrafo: No corpo do texto, deve-se observar a padronização dos parágrafos, utilizando-se 1,25 cm como recuo.

Tamanho da fonte: Recomenda-se a utilização de fonte tamanho 12 para todo o trabalho. Já nas citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação, dados internacionais de catalogação na publicação, legendas e fontes das ilustrações e nas tabelas, recomenda-se utilizar tamanho de fonte menor e uniforme.

Nota de rodapé: As notas devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples entre as linhas.

[BÔNUS] Como fazer referências na ABNT 

Para formatar as referências, alinha-se o texto à margem esquerda, separando as citações uma das outras com um espaço simples. 

Deve-se usar o mesmo tipo e tamanho de fonte do texto do artigo e não utilizar numeração.

O modelo para escrever uma referência é: 

ÚLTIMO SOBRENOME, Nome e Segundo sobrenome. Título da obra. Nº da edição. Cidade: Editora, ano de publicação. 

Veja um exemplo: 

ANDRADE, Maria Margarida. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2009.

Clique aqui para conhecer uma lista de sites que formatam referências automaticamente conforme a ABNT.

Conclusão

Gostou das dicas? Aproveite este guia para direcionar a sua produção acadêmica para aquilo que realmente importa, o seu processo de pesquisa.

Já conhece os cursos EAD da UMC? Aqui você conta com toda a qualidade da universidade presencial, mas com a praticidade dos cursos à distância. Confira nosso catálogo de cursos!

Ah, o blog do EAD UMC está sempre trazendo conteúdos relevantes para sua trajetória acadêmica e profissional. Confira outros artigos que podem ser do seu interesse:

--> Às vezes, formatar um artigo científico nas normas ABNT se transforma em uma tarefa mais estressante que a própria ...
11 min de leitura

Os 7 livros que mais caem no Enem

Baixe agora mesmo 100 questões do ENEM e comece a estudar!

Os 7 livros que mais aparecem nas questões do Enem 

A seguir, apresentamos uma lista com 7 livros literários mais cobrados nas questões do Enem. Confira:

“Dom Casmurro”, de Machado de Assis 

Dom Casmurro” é um romance escrito por Machado de Assis e publicado em 1899.

Ele é narrado em primeira pessoa pelo seu personagem principal: Bento de Albuquerque Santiago (Bentinho), um advogado solitário que rememora os principais fatos de sua vida. 

O foco principal de sua narrativa é o possível triângulo amoroso entre Bentinho, Capitu e Escobar.

A dúvida acerca da traição de Capitu é um dos dilemas literários mais famosos e propõe questionamentos acerca do amor, da família, da amizade e do lugar da mulher na sociedade brasileira.

Confira abaixo um exemplo de questão sobre a obra:

(Enem 2010) Capitu

De um lado vem você com seu jeitinho

Hábil, hábil, hábil

E pronto!

Me conquista com seu dom

 

De outro esse seu site petulante

WWW

Ponto

Poderosa ponto com

 

É esse o seu modo de ser ambíguo

Sábio, sábio

E todo encanto

Canto, canto

Raposa e sereia da terra e do mar

Na tela e no ar

 

Você é virtualmente amada amante

Você real é ainda mais tocante

Não há quem não se encante

 

Um método de agir que é tão astuto

Com jeitinho alcança tudo, tudo, tudo

É só se entregar, é não resistir, é capitular

 

Capitu

A ressaca dos mares

A sereia do sul

Captando os olhares

Nosso totem tabu

A mulher em milhares

Capitu

 

No site o seu poder provoca o ócio, o ócio

Um passo para o vício, o vício

É só navegar, é só te seguir, e então naufragar

 

Capitu

Feminino com arte

A traição atraente

Um capítulo à parte

Quase vírus ardente

Imperando no site

Capitu

Fonte: Tatit, Luiz. Capitu. In: – O Meio. São Paulo: Dabliú, 2000

A canção de Luiz Tatit resgata a personagem Capitu, de Machado de Assis, trazendo-a para a era digital. Ainda que em um contexto bem distante do encontrado no romance Dom Casmurro, a personagem mantém alguns traços característicos bem marcantes. Dentre os trechos seguintes, retirados da obra de Machado de Assis, aquele que apresenta características da Capitu original, também identificáveis na versão de Tatit, é:

a) Capitu não parecia crer nem descrer, não parecia sequer ouvir; era uma figura de pau. Quis chamá-la, sacudi-la, mas faltou-me ânimo.
b) Calou-se outra vez. Quando tornou a falar, tinha mudado; não era ainda a Capitu do costume, mas quase. Estava séria, sem aflição, falava baixo.
c) A resposta de Capitu foi um riso doce de escárnio, um desses risos que não se descrevem, e apenas se pintarão; depois estirou os braços e atirou-mos sobre os ombros, tão cheios de graça que pareciam (velha imagem!) um colar de flores.
d) Era quadragenária, magra e pálida, boca fina e olhos curiosos. Vivia conosco por favor de minha mãe, e também por interesse; minha mãe queria ter uma senhora íntima ao pé de si, e antes parenta que estranha.
e) Era só executá-la; mas ainda que eu conhecesse o texto, as atitudes de Capitu eram agora tão retraídas, que não sei se não continuaria parado.

Gabarito: A

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis 

Memórias Póstumas de Brás Cubas” é um romance também escrito por Machado de Assis. 

Ele foi desenvolvido, em princípio como folhetim, de março a dezembro de 1880, na Revista Brasileira. 

O livro é narrado em primeira pessoa por Brás Cubas, o personagem principal. Ele é um "defunto-autor", isto é, um homem que já morreu e escreve sua autobiografia.

Na obra, Brás Cubas narra sua vida de privilégios, relatando diversos momentos da sua infância, adolescência e fase adulta. 

Ao longo do seu relato, é possível identificar diversos traços da sociedade da época, como a escravidão, as classes sociais, o cientificismo e o positivismo. 

A publicação desse romance é considerada o marco inicial do Realismo no Brasil,  e seu autor, por consequência, é reconhecido como o pai de tal movimento em terras brasileiras.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2013) Capítulo LIV - A pêndula

Saí dali a saborear o beijo. Não pude dormir; estirei-me na cama, é certo, mas foi o mesmo que nada. Ouvi as horas todas da noite. Usualmente, quando eu perdia o sono, o bater da pêndula fazia-me muito mal; esse tic-tac soturno, vagaroso e seco, parecia dizer a cada golpe que eu ia ter um instante menos de vida. Imaginava então um velho diabo, sentado entre dous sacos, o da vida e o da morte, a tirar as moedas da vida para dá-las à morte, e a contá-las assim:

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

-- Outra de menos...

O mais singular é que, se o relógio parava, eu dava-lhe corda, para que ele não deixasse de bater nunca, e eu pudesse contar todos os meus instantes perdidos. Invenções há, que se transformam ou acabam; as mesmas instituições morrem; o relógio é definitivo e perpétuo. O derradeiro homem, ao despedir-se do sol frio e gasto, há-de ter um relógio na algibeira, para saber a hora exacta em que morre. Naquela noite não padeci essa triste sensação de enfado, mas outra, e deleitosa. As fantasias tumultuavam-me cá dentro, vinham umas sobre outras, à semelhança de devotas que se abalroam para ver o anjo-cantor das procissões. Não ouvia os instantes perdidos, mas os minutos ganhados.

ASSIS, M. Memórias póstumas de Brás Cubas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992 (fragmento).

O capítulo apresenta o instante em que Brás Cubas revive a sensação do beijo trocado com Virgília, casada com Lobo Neves. Nesse contexto, a metáfora do relógio desconstrói certos paradigmas românticos, porque

a) o narrador e Virgília não têm percepção do tempo em seus encontros adúlteros.
b) como “defunto autor”, Brás Cubas reconhece a inutilidade de tentar acompanhar o fluxo do tempo.
c) na contagem das horas, o narrador metaforiza o desejo de triunfar e acumular riquezas.
d) o relógio representa a materialização do tempo e redireciona o comportamento idealista de Brás Cubas.
e) o narrador compara a duração do sabor do beijo à perpetuidade do relógio.

Gabarito: D

“O Cortiço”, de Aluísio Azevedo 

O Cortiço” é um romance do escritor brasileiro Aluísio de Azevedo. A obra foi publicada em 1890 e faz parte do movimento naturalista do Brasil.

A narrativa retrata a vida das pessoas simples em um cortiço do Rio de Janeiro. Com um teor crítico, trata-se de uma exímia representação da realidade brasileira do século XIX.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2011)  Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos desterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se concentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, o cavaquinho de Porfiro, acompanhado pelo violão do Firmo, romperam vibrantemente com um chorado baiano. Nada mais que os primeiros acordes da música crioula para que o sangue de toda aquela gente despertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o corpo com urtigas bravas. E seguiram-se outra notas, e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já não eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem serpenteando, como cobras numa floresta incendiada; eram ais convulsos, chorados em frenesi de amor: música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de fera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo.

AZEVEDO, A. O Cortiço . São Paulo: Ática, 1983 (fragmento).

No romance O Cortiço (1890), de Aluísio Azevedo, as personagens são observadas como elementos coletivos caracterizados por condicionantes de origem social, sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto entre brasileiros e portugueses revela prevalência do elemento brasileiro, pois

a) destaca o nome de personagens brasileiras e omite o de personagens portuguesas.
b) exalta a força do cenário natural brasileiro e considera o do português inexpressivo.
c) mostra o poder envolvente da música brasileira, que cala o fado português.
d) destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à tristeza dos portugueses.
e) atribui aos brasileiros uma habilidade maior com instrumentos musicais.

Gabarito: C

“Vidas Secas”, de Graciliano Ramos

"Vidas Secas" é uma das obras mais emblemáticas da literatura brasileira. O livro foi publicado em 1938 e retrata a vida no sertão nordestino brasileiro. 

A obra retrata a viagem de uma família de retirantes fugindo da miséria e da seca e em busca de uma vida melhor.

Confira um exemplo de questão:

(Enem) No romance Vidas Secas, de Graciliano Ramos, o vaqueiro Fabiano encontra-se com o patrão para receber o salário. Eis parte da cena:

    Não se conformou: devia haver engano. (...)

Com certeza havia um erro no papel do branco. Não

se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos.

Passar a vida inteira assim no toco, entregando o

[5] que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo?

Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de

alforria?  

    O patrão zangou-se, repeliu a insolência,

achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço

[10] noutra fazenda.  

    Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou.

Bem, bem. Não era preciso barulho não. 

Graciliano Ramos. Vidas Secas. 91.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2003

No fragmento transcrito, o padrão formal da linguagem convive com marcas de regionalismo e de coloquialismo no vocabulário. Pertence à variedade do padrão formal da linguagem o seguinte trecho:

a) “Não se conformou: devia haver engano” (ℓ.1).
b)“e Fabiano perdeu os estribos” (ℓ.3).
c) “Passar a vida inteira assim no toco” (ℓ.4).
d) “entregando o que era dele de mão beijada!” (ℓ.4-5).
e) “Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou” (ℓ.11).

Gabarito: A

“A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector 

A Hora da Estrela” é o último romance de Clarice Lispector, publicado em 1977. Trata-se de uma obra instigante e original, de cunho autobiográfico.

A história é narrada por Rodrigo S.M. (narrador-personagem), um escritor à espera da morte. Ele é uma das peças-chave do livro. Ao longo da obra ele reflete sobre os seus sentimentos e os de Macabéa, a protagonista da obra.

Confira um exemplo de questão:

(Enem 2013)

Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.

[...]

Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré- história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir. Pensar é um ato. Sentir é um fato. Os dois juntos – sou eu que escrevo o que estou escrevendo. [...] Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.

Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual – há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês. É visão da iminência de. De quê? Quem sabe se mais tarde saberei. Como que estou escrevendo na hora mesma em que sou lido. Só não inicio pelo fim que justificaria o começo – como a morte parece dizer sobre a vida – porque preciso registrar os fatos antecedentes.

LISPECTOR, C. A hora da estrela. Rio de Janeiro:  Rocco, 1998 (fragmento).

A elaboração de uma voz narrativa peculiar acompanha a trajetória literária de Clarice Lispector, culminada com a obra A hora da estrela, de 1977, ano da morte da escritora. Nesse fragmento, nota-se essa peculiaridade porque o narrador

a) observa os acontecimentos que narra sob uma ótica distante, sendo indiferente aos fatos e às personagens.

b) relata a história sem ter tido a preocupação de investigar os motivos que levaram aos eventos que a compõem.

c) revela-se um sujeito que reflete sobre questões existenciais e sobre a construção do discurso.

d) admite a dificuldade de escrever uma história em razão da complexidade para escolher as palavras exatas.

e) propõe-se a discutir questões de natureza filosófica e metafísica, incomuns na narrativa de ficção.

Gabarito: C

“Macunaíma”, de Mário de Andrade 

“Macunaíma” é um livro modernista de 1928. Ele conta a história de Macunaíma, o herói sem nenhum caráter. 

Índio nascido na Floresta Amazônica, Macunaíma viaja para São Paulo depois de perder a muiraquitã, amuleto dado por sua companheira, Ci, a Mãe do Mato. 

O livro narra essa aventura do personagem, entrelaçando vários elementos da cultura nacional para formar a narrativa. 

(Enem 2015) Vei, a Sol

Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.

Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.

Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.

— Vá tomar banho! — ela fez. E foi-se embora.

Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus.

ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.

O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol", do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar

a) resquícios do discurso naturalista usado pelos escritores do século XIX.
b) ausência de linearidade no tratamento do tempo, recurso comum ao texto narrativo da primeira fase modernista.
c) referência à fauna como meio de denunciar o primitivismo e o atraso de algumas regiões do país.
d) descrição preconceituosa dos tipos populares brasileiros, representados por Macunaíma e Caiuanogue. Excluir alternativa
e) uso da linguagem coloquial e de temáticas do lendário brasileiro como meio de valorização da cultura popular nacional.

Gabarito: E

“Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa

O Grande Sertão: Veredas”, publicado em 1956, é uma das obras mais importantes da literatura brasileira.

Por meio de uma linguagem coloquial, regionalismo e original, Guimarães Rosa retrata um romance que acontece em Goiás, nos Sertões de Minas Gerais e na Bahia. 

A obra apresenta as aventuras e peripécias do ex-jagunço Riobaldo e de seu grande amor: Diadorim.

Confira um exemplo de questão:

(Enem - 2011)

“Quem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho e habilidoso. Pergunto: — Zé-Zim, por que é que você não cria galinhas-d‘angola, como todo o mundo faz? — Quero criar nada não... — me deu resposta: — Eu gosto muito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. [...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu era menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram junto, minha mãe e eu. Ficamos existindo em território baixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai no São Francisco, o senhor sabe.”

ROSA, J. G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).

Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situação decorrente de uma desigualdade social típica das áreas rurais brasileiras marcadas pela concentração de terras e pela relação de dependência entre agregados e fazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque o personagem-narrador

a) relata a seu interlocutor a história de Zé-Zim, demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus agregados, uma vez que superou essa condição graças à sua força de trabalho.

b) descreve o processo de transformação de um meeiro — espécie de agregado — em proprietário de terra.

c) denuncia a falta de compromisso e a desocupação dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho da terra.

d) mostra como a condição material da vida do sertanejo é dificultada pela sua dupla condição de homem livre e, ao mesmo tempo, dependente.

e) mantém o distanciamento narrativo condizente com sua posição social, de proprietário de terras.

Gabarito: D

Como os livros são cobrados na prova do Enem? 

Como podemos ver nos exemplos de questões que trouxemos acima, a principal característica das questões que envolvem obras literárias é a interpretação de texto

Afinal, a maioria das questões traz enunciados extensos, fazendo perguntas relacionadas ao fragmento que acompanha a pergunta.  Por isso, é essencial ler essas questões com muita calma e atenção. 

Além disso, compreender aspectos centrais das obras que mencionamos também é muito importante. Você não precisa saber o nome de todos os personagens ou cada linha da história: foque em compreender as principais ideias de cada capítulo e ter um visão geral do que a obra trata. 

Outra dica é ampliar sua percepção dessas leitura. Entenda o contexto histórico em que estão inseridas, em qual movimento literário e por que seguem sendo tão importantes para a literatura nacional. 

Com isso, você certamente garantirá um bom desempenho nas questões que envolvem esses grandes livros brasileiros. 

Descubra os segredos para tirar nota 1000 na redação do ENEM!

Conclusão 

Neste artigo, apresentamos os 7 livros que mais caem no Enem. Se você gostou dessa leitura, não deixe de conferir outros textos do EAD UMC:

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